Heróis anônimos

Heróis anônimos

Pessoas que provocam uma revolução em seu próprio ambiente

Rosa não é famosa.
Não aparece na televisão ou nas capas da revista.
Mas Rosa é minha heroína.

Devo confessar que acho que há coisas para as quais eu não estou preparada. Coisas que me fazem jogar a toalha, não tentar de novo e até ficar com raiva (ou me atrever a discutir com alguém).

Existem centenas de livros que contam a vida e obras de pessoas que, de uma maneira ou de outra, mudaram o curso da história, heróis consagrados por algum trabalho notável ou indivíduos que se destacam por algum motivo em particular. Em termos gerais, acho que todas as causas que levam a esse tipo de “fama” para todas essas pessoas têm a ver com a vida de outras pessoas. Como?

Bem, todos conhecemos Madre Teresa. Sabemos quem foi e, pelo menos por cim, qual era a luta dela. Ficamos surpresos com esse tipo de trabalho, e alguns podem até se sentir “pouco” se buscarem se comparar àquela mulher.

Também conhecemos Martin Luther King ou Irmã Dulce. William Shakespeare ou Tomás de Aquino estão sempre no discurso de quem fala sobre pessoas que contribuíram de alguma forma nas áreas sociais. Poderíamos usar páginas e mais páginas listando essas pessoas que quase parecem terem vindo de outro planeta.

Eu celebro a vida de todas essas pessoas. Dificilmente alguém deixará de admirá-las. Mas também preciso admitir que me sinto um pouco distante de todos eles. Acho que não há nada brilhante no meu trabalho. Não há nada que afete o curso do Universo (embora eu não negue a relevância do meus trabalhos, certo? Aprendi desde criança que a nossa conduta, guiada pelos nossos valores, de uma maneira ou de outra, afeta a vida de outras pessoas).

Ao mesmo tempo, sinto que não sou a única que se sente assim. Conheço muitas pessoas que pensam que suas vidas têm um baixo nível de influência. Não me entenda mal, não estou dizendo com isso que talvez eu tenha pouca importância ou que não tenhamos propósito. O que estou dizendo, na realidade, é que que muitas vezes não sentimos à vontade ao nos compararmos com personalidades como as que eu citei no começo deste artigo.

Esse paradigma mudou em minha vida há algum tempo. O que produziu essa mudança retumbante não foi inteiramente agradável, mas foi decisivo para a mudança nessa estrutura do meu pensamento.

Há muito tempo, tive a oportunidade de ser voluntária em um hospital infantil. Ali, eu conheci muitas pessoas que vieram de diferentes partes do país ao hospital em busca de algum tratamento médico para seus filhos (geralmente eram pais e filhos). O que eu vi, o que ouvi, o que vivi é indescritível. Eu nunca tinha experimentado uma coisa dessas. Às vezes, eu sentia como se tivesse passado toda a minha vida em uma “bolha”. Aquele hospital também era parte do mundo, embora parecesse ser um mundo diferente do meu. Ali também havia realidade, muito distante da minha, mas era real. Lá conheci Rosa, mãe de Ana (14) e Rita (quase 2). Elas vieram do interior do país. Eu digo que conheci todas, porque as três estavam no hospital. Carmen cuidou de Ana e Rita. Ambas as filhas estavam com câncer.

Quando comecei a trabalhar lá, o diretor do hospital me disse algo impressionante: “Será muito bom para você interagir o máximo que puder com as mães e as crianças, mas tente não se envolver demais, pois será difícil viver certas coisas”.

Quando conheci Rosa, entendi o que o diretor queria dizer.

Eu compartilhei muitas coisas com ela e sua filha mais velha. Contamos muitas coisas uma à outra e conseguimos estabelecer um relacionamento bonito.

Não me lembro quanto tempo se passou desde o dia que as conheci até aquela segunda-feira em que cheguei ao hospital. Como era meu hábito, fui encontrar Rosa no quarto dela. Mas não havia ninguém lá. Eu pensei que elas haviam recebido alta e que haviam retornado à sua cidade, como era muito comum. Mas eu estava errada. Não havia ninguém naquele quarto porque Ana não estava mais lá, nem em Buenos Aires nem em Formosa. Eu mal posso explicar esse sentimento. Nem é relevante. O mais impressionante é o que aconteceu a seguir.

Três semanas depois, Rosa voltou ao hospital porque Rita continuava seu tratamento. O primeiro encontro foi estranho. Eu não sabia o que dizer ou o que fazer. Felizmente, Rosa sabia o que dizer: “Bem, aqui estamos nós lutando pelo Rita mais do que nunca. Acreditamos que tudo ficará bem. Rita é uma garota com uma força tremenda, e é isso que me ajuda a continuar”.

Rosa não é Madre Teresa, nem Gandhi, nem defensora mundial dos Direitos Humanos… e ela também não quer ser. Mas acredito fervorosamente que Rosa é o tipo de heroína anônima de quem me sinto mais próxima. Imagina por quê? Não que eu compartilhe a luta de Rosa; graças a Deus, eu não tenho um membro da família que sofre de algum tipo de doença terminal. Ainda assim, Rosa é a minha heroína íntima, porque me provoca tanta admiração como poucos conseguem provocar. Ela inspira luta, inspira encorajamento, inspira esperança, inspira fé. Pode estar tudo nublado, ou melhor, tempestuoso, mas Rosa nunca deixou sua esperança se esvair.

As várias conversas que tive com ela, antes e depois da partida de Ana, são a prova de que existem pessoas com esse DNA raro. Ela faz parte desse grupo seleto de pessoas que despertam inspiração e dão força. Se ela, depois de passar por situações para as quais existem poucas explicações, continua caminhando sem desistir, então, eu também posso. E você também pode.

Francamente, não importa o que vivemos. Doença? Desapontamento? Abuso? Abandono? Nós não somos os únicos. Existem centenas de milhares como nós. A chave é como nos colocamos diante dessas situações. Podemos nos machucar, com perguntas e mais perguntas em nossas cabeças, mas ainda podemos continuar lutando.

Podemos não ser esse tipo de pessoa que aparece na mídia por nosso sucesso ou dinheiro. Em suma, pouco importa. Estou completamente certa de que, onde estamos, nessa luta que temos, podemos ser o herói ou a heroína das pessoas ao nosso redor. Rosa era a heroína do marido, de Ana e de Rita, além de minha e de muitos dos voluntários que trabalhavam lá. Alguns dos voluntários me disseram: “Rosa é uma velha amiga da casa. Ele está aqui há mais de sete anos. Durante todo esse tempo, ela sempre foi uma leoa que nunca desiste”.

Rosa afetou minha vida e a minha maneira de ver problemas. Ele é uma pessoa contagiante, cheia de força e esperança. Então, eu quero ser também. Não sei se algum dia as pessoas falarão de mim como uma pessoa que mudou o mundo, mas quero transcender as pessoas à minha volta e, para isso, devo começar hoje.

E você? O que você quer para si mesmo?

Evangelina Daldi,
Coordenadora Executiva,
Editora Vida

Invista nas Suas Redes Sociais

Invista nas Suas Redes Sociais

Hoje queremos aproveitar para falar da importância de elaborar uma boa estratégia de engajamento nas redes sociais. Para isso, tiramos um tempo para procurar boas dicas para as igrejas sobre o tema, e foi aí que nos deparamos com um caso que realmente tem se destacado nos grandes portais de notícia e entre os profissionais da área de marketing digital, que é de uma participante de um reality show.

Queremos deixar claro que não queremos apoiar ou recomendar ninguém a acompanhar um programa secular, mas ao nos depararmos com essa notícia, entendemos que podemos extrair algumas dicas relevantes para a nossa atuação, enquanto Igreja, no ambiente digital.

De acordo com o que foi divulgado, antes do início do reality show, essa participante tinha pouco mais de 3 mil seguidores nas redes sociais. Após o início do programa, foi feita a contratação de uma equipe para administrar as redes sociais dela. Assim, em quase 3 meses, foi alcançada a marca de 16 milhões de seguidores, fazendo com que essa conta entrasse no ranking das dez contas brasileiras com maior número de engajamento (compartilhamentos, reações, comentários e cliques). O aumento exponencial de seguidores representa um crescimento aproximado de 530.000%!!! Sim, é isso mesmo. É um número significativo, mas além de seguidores, o engajamento mostra que esta é uma conta de alta performance.

Sabemos que o nicho que está sendo explorado por essa conta já é naturalmente mais atrativo para a população brasileira. Mesmo assim, é possível aprender algumas dicas com este caso:

  1. A equipe de redes sociais tem uma cultura semelhante à da participante

Muitas organizações já colocam pessoas dedicadas para gerenciar suas redes sociais. Essas pessoas são responsáveis por fazer o trabalho de programar publicações, interagir, etc.

No entanto, se você é usuário das redes sociais, sabe que as contas que sentimos maior naturalidade para nos engajarmos mostram conteúdos personificados que se adequam ao que queremos e que parecem ter uma identidade própria. Muitas dessas contas assumem uma personalidade singular que cativa o seu público.

Qual o segredo? Os profissionais de marketing que as gerenciam fizeram uma imersão profunda para entender a cultura e a personalidade daquela conta, bem como de seus seguidores e do público que se deseja alcançar, ou já tinham conhecimento suficiente para personificar a identidade daquela conta.

Por isso, é importante que você defina uma estratégia clara do que você almeja com as suas redes sociais e que consiga ter uma pessoa ou uma equipe que consiga passar a identidade da sua igreja ou da conta de maneira clara, atendendo o propósito estabelecido, fazendo com que as pessoas se identifiquem com a sua conta e queiram se engajar com o seu conteúdo.

  1. Uma equipe especializada é importante para que você atinja o alcance desejado.

Sabemos que este talvez seja o desafio da maioria das igrejas… A falta de recursos para contratar um profissional dedicado para este fim, ou a ausência de um voluntário com tempo suficiente para administrar suas redes sociais faz com que muitas igrejas se limitem a fazer a publicação de conteúdos esporádicos.

Independente da equipe que você possui, comece a dar os primeiros passos. No começo, pode ser difícil, mas ore para que Deus te mostre a melhor forma de abordar este problema. Peça para que Ele levante pessoas na sua igreja que estejam comprometidas com o mesmo propósito que você e que tenham habilidade para trabalhar neste nicho. Lembre-se que Deus levanta pessoas para fazerem a sua obra, assim como Ele já tem usado a sua vida para este propósito!

Em Êxodo 31, aprendemos que quando o tabernáculo estava sendo erguido, Deus levantou artesãos com a capacidade e a habilidade necessária para executarem o trabalho. Ele pode fazer o mesmo dentro da sua igreja!

Deus não precisa que a sua igreja tenha uma mega equipe para administrar as suas redes sociais, embora Ele possa levantar essa equipe ou que talvez você já tenha essa equipe. Grandes vitórias também podem ser alcançadas com exércitos pequenos (vide Gideão x Midianitas). Não importa o tamanho da batalha, mas sim o tamanho do nosso Deus.

  1. Dados são importantes

Muitas pessoas que investem nas redes sociais se esquecem dos dados. É por meio dos dados que podemos acompanhar os resultados das nossas redes. Com os dados, podemos tomar decisões informadas sobre horário de maior engajamento, tipo de conteúdo que tem gerado mais interação, público que está sendo alcançado com o seu conteúdo, etc.

Investir em redes sociais sem estar embasado em dados é como navegar no mar sem uma bússola e de olhos vendados. Em algum momento, você poderá chegar em algum lugar, mas você não sabe quando, onde e nem em que condições você chegará (se chegar).

Quando uma igreja deseja investir em uma missão em uma determinada região, ela estuda a comunidade para entender quais são os potenciais desafios que serão enfrentados. Com as redes sociais não deve ser diferente. Tire um tempo para estudar o território digital no qual a sua igreja está se aventurando, isso pode trazer um grande impacto às suas redes sociais.

  1. No ambiente digital, para que você alcance mais pessoas com o Evangelho e motive os membros da sua igreja, é importante ter redes sociais com um bom nível de engajamento.

Talvez você nos diga que não está apenas em busca de likes, comentários, cliques ou compartilhamentos, pois o seu propósito é espiritual, e iremos concordar com você! O nosso propósito não é a aprovação de homens, mas de Deus.

Porém, as contas nas redes sociais com maior nível de engajamento são aquelas que também têm um alcance maior. Alcance maior = Evangelho chegando aos corações de mais pessoas e mais pessoas da sua igreja sendo encorajadas em um ambiente preponderantemente secular.

O foco de ter um bom nível de engajamento não é simplesmente tornar a sua igreja famosa, mas fazer com que ela seja uma fonte de disseminação do Evangelho para cada vez mais pessoas que estão consumindo uma quantidade significativa de conteúdo nas redes sociais. Além disso, suas redes sociais podem e devem ajudar/motivar os membros da sua igreja a continuarem firmes em sua caminhada cristã.

Provavelmente, a sua conta não chegará a 16 milhões de seguidores em menos de 3 meses, mas cada igreja que se torna mais relevante no ambiente digital significa um avanço do Reino de Deus sobre o território inimigo. Junte-se a nós neste propósito e conte conosco nessa caminhada.

Texto escrito por Victor Almeida – CV Outreach Brazil

Tornando-se um líder

Tornando-se um líder

Um desenho animado mostra um executivo sentado, com um semblante de desamparo, atrás de uma escrivaninha. De pé, humildemente, do outro lado da escrivaninha, está um homem vestido com uma blusa com a seguinte frase: “Se isso puder consolá-lo, aqui em baixo também é muito solitário”. A verdade é que você encontrará pessoas solitárias em todas as posições sociais. A solidão não é questão de posição, mas uma questão de relacionamentos.

A Bíblia diz: “O homem que tem amigos deve mostrar-se amigável” (Pv. 18:24). O ditado “É solitário estar no topo” não foi criado por um grande líder. Pare por um instante e pense nisso. Se você está sozinho, ninguém o está seguindo. E se ninguém o está seguindo, você não está realmente liderando. Que tipo de líder deixaria todo mundo para trás? Um líder ineficaz. Um líder inseguro. Um líder disfuncional. Liderar com eficácia é elevar as pessoas a uma posição melhor, e não elevar a si mesmo. E para levantar as pessoas você precisa se aproximar delas. Como líder, você precisa lembrar-se sempre de três coisas:

1) Para ter credibilidade, você precisa chegar ao topo. Muitas pessoas estão dispostas a lhe dar conselhos sobre coisas que elas nunca experimentaram, mas a credibilidade vem quando você paga o preço para chegar ao sucesso.

2) Para conquistar respeito, você precisa reconhecer que não chegou ao topo sozinho.  Edmund Hillary escalou o Monte Everest porque tinha a equipe certa. Você também precisa ter uma.

3) Para ter realização, você precisa levar outros ao topo com você. “Somos colaboradores”. O verdadeiro sucesso é o sucesso compartilhado, e ele só acontece quando você está disposto a investir na vida de outros.

Devocional “A Palavra para hoje” – Editora Vida

Mais desse devocional em https://linktr.ee/editoravida

As doenças do tempo

As doenças do tempo

De acordo com dados oficiais disponíveis da Organização Mundial de Saúde, em 2017, estimava-se que 322 milhões de pessoas no mundo sofriam de depressão e que 264 milhões de pessoas enfrentavam transtornos relacionados à ansiedade.

Já em 2019, uma pesquisa da International Stress Management Association sugeriu que 72% dos trabalhadores brasileiros possuem alguma sequela causada pelo estresse e 32% deles sofreriam da síndrome de burnout, caracterizada, dentre outras coisas, pelo esgotamento emocional e distanciamento das pessoas.

E agora? Como lidar com essas informações? Nosso propósito, com este blog, não é tratar cientificamente sobre esses temas tão sensíveis e urgentes para a sociedade, mas oferecer uma visão diferente para esses três transtornos. E o que eles têm em comum?

Não queremos adotar uma visão simplista, até porque são transtornos complexos que até hoje não foram totalmente compreendidos por especialistas, mas acreditamos que os três transtornos são doenças causadas pelo tempo. Como assim?

A depressão tem muitas causas, no entanto, há algo comum entre muitas das razões para alguém entrar em depressão: o passado. A pessoa que sofre de depressão sofreu algum trauma, experiência ou processo extenuante que fez com que sua perspectiva sobre a vida e sobre si mesmo fosse profundamente alterada. No meio de um turbilhão de pensamentos e situações, a pessoa com um quadro depressivo em muitos momentos se volta para o passado e não consegue enxergar uma possibilidade de futuro.

O estresse é caracterizado pelo acúmulo de atividades e situações que colocam uma pressão além da suportada pela pessoa, gerando uma vida de frustrações e metas/planos não cumpridos, tornando o “estressado” uma pessoa irritadiça. A pessoa que vive constantemente sob estresse sente que está abaixo das expectativas ou que está passando por uma situação que nunca terá fim. Focando-se sempre no presente, sem pensar nas coisas já vividas e planejar o que fazer no futuro, o estresse se torna um causador de noites mal dormidas, dores no corpo e, em casos extremos, morte causadas por acidentes decorrentes do cansaço ou de um completo shutdown do corpo.

Enquanto a depressão tem a tendência de olhar para o passado e o estresse para o presente, a ansiedade tem como sua principal característica a geração de expectativas ou o receio com o futuro. A potencialização das consequências de uma ação faz com que a pessoa ansiosa tema constantemente o futuro, criando hipóteses catastróficas e que geralmente têm uma menor probabilidade de ocorrer. Assumindo a catástrofe como resultado mais possível, o ansioso sofre mentalmente e fisicamente.

E se você acha, ou conhece alguém, que está sofrendo com alguma dessas “doenças do tempo”, está pensando agora “como se livrar delas?”. O primeiro passo é reconhecer que é  preciso pedir  ajuda. Infelizmente, a sociedade ainda tem muitos preconceitos com profissionais que tratam da saúde mental. Todavia, o acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra é essencial para manter a qualidade da saúde mental. É só você pensar que da mesma forma que buscamos um médico mesmo sem sentir nada, apenas como prevenção, devemos também buscar um profissional que cuida da saúde mental para ter certeza de que estamos bem ou buscar o tratamento adequado para ficarmos bem.

Uma outra sugestão que temos para te dar, que pode ser usada em conjunto com o acompanhamento profissional, é buscar palavras de sabedoria na Bíblia para lidar com esses problemas. Você sabia que a Bíblia fala muito sobre essas doenças?

Eclesiastes 3.1-8 fala, por exemplo, que há tempo para tudo debaixo do céu. I Pedro 5.7 fala que devemos lançar nossa ansiedade sobre Deus, pois ele cuida de nós. Mateus 6.25-32 nos lembra que as nossas preocupações não nos acrescentam nada e que temos um valor para Deus. Habacuque 3.17-18 afirma que mesmo quando tudo dá errado, ainda assim é possível encontrar alegria no Senhor.

Viu? A Bíblia tem muito a nos ensinar sobre esses temas.

Em nosso projeto yesHEis, já trabalhamos alguns destes temas, Confere lá!

“Depressão: Uma luta interna” –  https://www.youtube.com/watch?v=vWQyRaRa18E

“Ansiedade” – https://www.youtube.com/watch?v=4xlXXSiO0aE

“De Onde Vem a Paz?” – https://www.youtube.com/watch?v=UsZKqCWwOOY

Conteúdo CVOutreach

Repensando negócios e ministérios

Repensando negócios e ministérios

Como você tem investido suas 90.000 horas?

Em Janeiro de 2020, 3.000 dos líderes mundiais mais poderosos nos negócios, no meio acadêmico e em questões sociais se encontraram no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. O tema foi “Stakeholders por um Mundo Coeso e Sustentável”. Esses líderes formadores de opinião reconheceram seus papéis, não só como acionistas, mas como stakeholders capazes de facilitar a mudança de forma significativa e moldar o futuro. Juntos, esses transformadores globais debateram questões de valores corporativos: o que uma empresa deve à sua comunidade, ao seu país e ao mundo em geral? O que significa um negócio não só fazer o bem, mas ser bom? O que tal aspiração requer?

Os líderes do fórum estão se inspirando em uma discussão internacional que cresceu em um movimento completo. Funcionários da geração Y e da geração Z se veem como parte de uma economia com propósito. Essa geração de trabalhadores espera que o trabalho que fazem reflita algo significativo sobre quem eles são, e, além disso, esperam que as empresas para as quais trabalham se preocupem com mais do que fazer dinheiro.

Esse tipo de aceitação moral tem o potencial de energizar os mercados mundiais e revolucionar a maneira como vivemos. Isso pode também, infelizmente, criar uma cultura em que os trabalhadores estão inteiramente dedicados ao trabalho até o ponto de que não possam mais continuar. Eles se esgotam. Não há um parâmetro de referência preciso para o progresso quando sua meta é mudar o mundo. Então as pessoas se desgastam, e por fim, desistem. A não ser que Jesus seja envolvido.

Quando comecei minha carreira no mundo corporativo, eu estava trabalhando para pagar a faculdade. Inicialmente, eu estava estudando para ser pastor e só precisava do trabalho para pagar as contas. Quatro anos se passaram e, antes que eu percebesse, tinha subido alguns níveis em uma empresa Fortune 50 e mudei meu curso de especialização para negócios. Foi então que tive minha primeira crise de fé no trabalho.

Eu estava sentado à escrivaninha uma noite quando um e-mail chegou da equipe executiva me parabenizando por algo que eu tinha feito. Esse e-mail deveria ter me deixado feliz, mas em vez disso, parecia um alerta de fracasso. Eu sabia que a vida era mais do que elogios corporativos por criar dispositivos. Eu sentia como se precisasse fazer “coisas significativas” para o Reino de Deus – parecia que Deus tinha me chamado para muito mais.Nós todos ansiamos ouvir “bom trabalho!”. Todas as pessoas ocupadas e prósperas têm um medo inerente de não serem suficientemente bem-sucedidas, de que o que fazem não importa, de que estão conquistando as coisas erradas. O mercado de ações quebra, tecnologias mudam, e mesmo os movimentos sociais mais cativantes desaparecem. As coisas que duram eternamente têm todas algo em comum: Elas são feitas para Cristo.

Eu comecei a perceber que eu tinha compartimentalizado minha vida em coisas que eram sagradas e outras que eram seculares. Eu era uma pessoa quando vestia o uniforme com a logo da empresa e outra pessoa quando vestia a camiseta da igreja. Embora eu soubesse o que era o ministério na igreja e na vizinhança, eu não fazia ideia do que poderia ser o ministério em uma empresa com fins lucrativos. Eu tinha ido a boas igrejas e tinha lido bons livros, mas este era um território desconhecido para mim. Como deve ser o negócio como ministério? Eu não sabia como começar a responder essa pergunta. Na segunda-feira seguinte, nossa empresa contratou um novo gestor que acabou se tornando meu primeiro mentor na questão fé-trabalho, Tony Barrett. Ele me chamou um dia e disse, “Você está tentando entender como isso funciona, não está?” Com a orientação dele, comecei a entender que minha fé e trabalho não precisavam estar em conflito. Integrar os dois era essencial para me tornar um funcionário efetivo no Reino que administra o trabalho como uma plataforma do ministério.

As pessoas estão sedentas para ver uma vida íntegra e consistente. Elas estão interessadas em saber por que você não está desesperado ou não tem atitudes negativas quando as coisas estão indo mal. Elas querem saber por que você busca manter a paz quando alguém está tentando te punir. No geral, as pessoas desejam virtude – elas geralmente não têm o motivo para fazer o mesmo. O Evangelho é esse motivo, encorajando o tipo de pensamento que produz a vida que tantos estão procurando. Minha fé se tornou a motivação para realizar negócios realmente bons – para um grande propósito. Os Cristãos nos negócios são comumente tratados como se nosso maior valor residisse em produzir dinheiro para financiar iniciativas relevantes. Há um mérito inegável em gerenciar uma empresa lucrativa, que doa generosa e financia ministérios. Mas eu creio que Deus está menos interessado com o que fazemos com nosso dinheiro e está mais interessado em como lidamos com as pessoas. As pessoas são o maior bem no Reino de Deus, e as empresas têm acesso a muitas pessoas.

Pequenas empresas na América influenciam em média mais de 5.000 pessoas todos os anos. O alcance se estende a funcionários e suas famílias, é claro, mas também a clientes, fornecedores, gestores imobiliários e colegas do setor. De acordo com estatísticas dos Estados Unidos, a maioria dessas pessoas nunca vai à igreja. O empresário médio na América, portanto, pode ter mais acesso a pessoas não-alcançadas em um ano do que alguns pastores de grandes igrejas. Trabalhar lado a lado com as pessoas todo dia, toda semana, todo ano, cria oportunidades orgânicas para o ministério – oportunidades que me surpreenderam quando as reconheci. Meu maior obstáculo para integrar meu trabalho e minha fé até aquele ponto tinha sido minha própria ignorância. Assim como muitos executivos com altas responsabilidades, eu achava que havia barreiras legais para criar uma cultura baseada na fé em uma empresa com fins lucrativos. Estávamos preocupados com o fato de que dirigir um estudo bíblico durante o horário de trabalho ou conceder tempo livre remunerado para funcionários que desejassem ser voluntários em organizações de serviço cristãs pudesse deixar nossas empresas vulneráveis a ações judiciais por discriminação. Recursos educativos, prestação de contas e mentoria me mostraram que não era necessariamente o caso.

Nos Estados Unidos [e no Brasil], um empresário tem todo direito de dizer que seus negócios existem para glorificar a Deus. Há maneiras certas e erradas de colocar isso em prática, mas todos os dias há momentos e possibilidades para ministrar, e isso não deveria ser desperdiçado. Há um estigma em nossa cultura que, ou uma pessoa é chamada para o ministério, ou não é. Se você não é uma daquelas pessoas escolhidas para uma vocação ministerial, a implicação é que você só consegue um emprego para sustentar aqueles que são. Essa é uma falsa dicotomia. Deus não nos chamou para escolher entre sucesso e relevância. Ele nos chama para declarar nossa fidelidade como discípulos de Jesus, sendo todo o resto secundário. Uma vez sob o senhorio de Cristo, tudo o que você faz está nEle e é por Ele. Jesus nunca chamou discípulos de meio período. A ideia de que negócios não podem ser um ministério faz com que empresários fracassem e pode ser terrivelmente isoladora. Não temos a tendência de falar muito sobre fé no trabalho, então muitos não estão cientes de que há outros Cristãos próximos a eles. Eu lembro da solidão que sentia aumentar à medida que recebia mais responsabilidades na empresa. Esse isolamento veio por achar que eu era o único tentando integrar fé e trabalho.

Em 1 Reis 19, Elias está fugindo do rei e assassino Acabe. Ele clama a Deus, achando ser o único cujos joelhos não se dobraram diante de Baal, mas Deus lhe diz que ele não está sozinho – há outros 7.000. De forma semelhante há mais de 100.000 empresários na América que foram à igreja local na última semana, e ainda assim, muitos se sentem sozinhos como eu uma vez me senti. Passamos 90.000 horas de nossa vida adulta no trabalho. Isso é muito tempo para não estar com Cristo, torcendo apenas para não estragar tudo. Por outro lado, essa é uma quantidade de tempo incrível para não investir no ministério com pessoas que talvez não estejam abertas para ouvir o Evangelho.

Quando fé e trabalho andam lado a lado em um modelo de negócios moldado pelo Evangelho, torna-se mais fácil encontrar a comunidade com a qual estamos conectados. Isso desfaz o mito de estarmos sozinhos na obra de expansão do Reino. A liderança pode certamente ser solitária, mas não precisa ser assim. Quando empresários perguntam o que honra a Deus em suas empresas, isso pode ajudar os funcionários a terem uma visão mais ampla. Isso pode transformar completamente a cultura do local de trabalho, provocar o desenvolvimento humano e promover o engajamento guiado pelo propósito, diferente de qualquer outra coisa. Deus está no negócio de pessoas, assim como todos os negócios. Isso deveria nos compelir a construir grandes negócios que tenham a capacidade de se importar mais com as pessoas, gerando um impacto eterno.

Mike Sharrow,
CEO DO C12 GROUP

Encoraje alguém hoje

Encoraje alguém hoje

Quando as pessoas estão sofrendo, elas precisam do seu apoio até poderem se levantar de novo. Os pesquisadores da área médica desenvolveram um composto para colar ossos que ilustra bem isso. Ele se parece com uma pasta de dentes. Uma vez injetado no corpo, ele endurece em dez minutos. Em doze horas, atinge a força de compressão do osso natural. Um estudo feito pela Revista Science considerou o composto praticamente idêntico aos cristais do osso natural. Ele se parece tanto com o osso verdadeiro que o corpo não o rejeita. Semanas após ter sido injetado no corpo, o cimento é substituído por osso de verdade.

De acordo com a Associated Press, experiências clínicas “mostram que o material permitiu que os pacientes tirassem o gesso mais cedo – ou completamente – e voltassem a andar mais depressa e com menos dor”. Epafrodito é apresentado por Paulo como “… meu irmão, cooperador e companheiro de lutas… e aquele que ministrou à minha necessidade… Recebam-no portanto no Senhor com toda alegria e honrem homens como este; porque pela obra de Cristo ele chegou às portas da morte, sem considerar a sua vida, para suprir a ajuda que vocês não podiam me dar” (Fp. 2:25-30). Você pergunta: “O que faltava a Paulo?” Encorajamento! E quem o levou até ele? “Epafrodito, meu irmão, cooperador e companheiro de lutas”. Epafrodito trabalhou lado a lado com Paulo e lutou por ele. Que presente ele era! Procuramos pessoas assim em tempos de crise porque elas nos levantam.

Portanto, hoje, peça a Deus para fazer de você um encorajador cujas palavras e atos levem consolo e apoio a outros. Não existe chamado maior!

Devocional “A Palavra para hoje” – Editora Vida

É tempo de falar de Jesus

É tempo de falar de Jesus

Em uma entrevista recente para a BBC, o sociólogo Nicholas Christakis previu que até 2024, quando começar o período pós-pandemia, a sociedade poderá entrar em um período de libertinagem sexual e gastança desenfreada.

O sociólogo acredita que a sociedade repetirá padrões observados durante e após catástrofes de grandes proporções. Agora, por estarmos sofrendo, ficamos mais sensíveis à religião e ao conceito de uma divindade. Temos uma tendência maior de querer saber mais sobre Deus. Porém, quando as consequências das catástrofes começam a ficar no passado, as pessoas tendem a satisfazer mais as suas vontades, gastando muito e querendo sentir prazer, seja através do sexo desenfreado ou de outras experiências.

Na avaliação do sociólogo, as pessoas se esquecem mais da religião quando tudo vai bem, e por isso se tornam mais fechadas ao conceito de divindade.

O que isso significa para nós enquanto igreja? Precisamos aproveitar a nossa janela de oportunidade em que as pessoas estão mais sensíveis para ouvir sobre Deus. É a nossa hora de falar de um Deus maravilhoso e pessoal que quer ter um relacionamento íntimo com cada um de nós.

Isso não significa que no futuro as pessoas não vão querer falar sobre religião, mas se estamos diante de um momento tão propício para fazer isso, por que não aproveitar uma oportunidade tão única como essa?

“Peçam, pois, ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara”. Mateus 9.38

Texto escrito por Victor Almeida

5 razões para ser voluntário

5 razões para ser voluntário

Quer contribuir com uma causa ou projeto social mas precisa daquele empurrãozinho? Separamos 5 razões (das milhares existentes) para te convencer a ser um voluntário!

Trabalhar como voluntário, além de essencial para cuidar do próximo e transformar a sociedade atual no ideal que sonhamos, é também um exercício de autoconhecimento e desenvolvimento dos nossos potenciais.

Voluntários têm currículos mais atraentes e um networking de respeito

Ser engajado em projetos sociais pode te ajudar a arrumar um emprego, seja pelas habilidades desenvolvidas durante o voluntariado, seja pelas amizades e contatos conquistados nesse ambiente.

Aprenda!

Quando é voluntário em um projeto social, você tem a oportunidade de trabalhar com áreas diferentes da sua formação e ter contato com assuntos improváveis no seu meio de atuação. 

Voluntariado é um exercício de cidadania

Ao se tornar voluntário em um projeto social, você contribui de forma ativa para a produção de um mundo generoso. 

É uma forma de se fazer o bem!

Quem é voluntário, é mais feliz e vive mais

Uma pesquisa de Havard comprovou que quem faz voluntariado é menos estressado, enquanto um estudo da Universidade de Michigan demonstra que quem é voluntário vive, em média, 4 anos a mais.

Precisa de mais motivos?

Crescer e amadurecer

Ser voluntário é transformador. É sair do seu ambiente comum para um novo, e ter contato com novas realidades. Tornando-se uma pessoa melhor e mais consciente das necessidades dos outros.

Agora é o momento de dar o primeiro passo

Acesse transformabrasil.com.br/oportunidades e faça parte dessa transformação.

Estabeleça limites

Estabeleça limites

Quando algo que é bom passa a ser excessivo? Será que é possível ajudar você, sem me machucar? Podemos compartilhar nossas vidas sem que eu tenha de abrir mão da minha? Quando você precisa realmente da minha ajuda? Quando preciso abrir mão do controle deixando que você e Deus cuidem do assunto?

Encontrar o equilíbrio entre “o suficiente” e “o excessivo” nos relacionamentos é um desafio constante e nada fácil de enfrentar. Principalmente quando o seu papel tende a ser o daquela pessoa que faz “tudo, o tempo todo, para todo mundo”, e o das pessoas é “sou desprotegido, você me deve algo, cuide de mim”; quando você não vê a possibilidade de dizer “não” e eles nunca dizem “sim”.

A necessidade de ser necessário às pessoas carentes que sempre necessitam que alguém cuide delas coloca a pessoa carente no comando – e deixa você sobrecarregado. Elas nunca ficam felizes, por mais que você faça. Portanto, você faz mais para que elas se sintam mais felizes e para você se sentir menos culpado, e acaba em um dilema. Elas se ressentem por você não dar o suficiente, e você se ressente por elas não apreciarem o que você dá. No entanto nenhuma das duas partes sabe como quebrar o ciclo. Então o relacionamento se torna o que os conselheiros chamam de um “emaranhado” onde as mesmas situações sempre se repetem e onde ambas as partes se ressentem e desvalorizam a outra, sentindo-se presas em uma armadilha dominadora da qual ambos temem abrir mão.

Casamentos, famílias, amizades, locais de trabalho, igrejas e grupos sociais ficam presos a esse padrão “vítima-salvador” no qual as pessoas carentes e seus salvadores ficam presos a uma dança em que ambos “amam e odeiam”, mas não querem parar! Você está se reconhecendo? Nesse caso, está caminhando para um relacionamento mais saudável e menos tóxico.

Devocional – A Palavra para hoje – Editora Vida

Evangelismo Digital: Os perigos de não enxergarmos as oportunidades de Deus no meio digital! – Parte 1

Evangelismo Digital: Os perigos de não enxergarmos as oportunidades de Deus no meio digital! – Parte 1

Hoje, especialmente as lideranças, sofrem por estarem vivendo dias de extremas mudanças em curtos períodos de tempo, principalmente no ambiente digital. Quando trazemos uma ação, tão conhecida e desempenhada pelas igrejas, o evangelismo, isso pode se tornar um desafio ainda maior.

Antes de falarmos das oportunidades que Deus está dando a você e a Sua igreja para a expansão do Seu Reino, você precisa entender que é importante aprender a desaprender o tempo todo, ainda mais falando de ambiente digital, só assim você vai conseguir se abrir algo novo para então irmos mais longe. O mundo está mudando a uma velocidade muito rápida e seus conhecimentos e habilidades também precisam mudar. O seu aprendizado precisa ser contínuo para que consiga acompanhar tanta mudança e ainda olhar para tudo isso e se perguntar “Como Deus pode me usar para alcançar pessoas em meio a todos estes desafios?”. Sim, eu sei, não é uma tarefa fácil.

Mas não queremos desanimar ninguém, estamos aqui para falar sobre como podemos olhar para o ambiente digital e enxergar as oportunidades de falar do Evangelho. Nós na CV, através dos nossos projetos, buscamos:

  1. Mobilizar cristãos e a liderança da igreja, a fim de encorajá-los, inspirá-los e treiná-los ao compromisso com o evangelismo em uma magnitude que mude a atmosfera espiritual em um país e no mundo.
  2. Fornecemos ferramentas e recursos para alcançar não-cristãos e dar a oportunidade de responder ao evangelho em parceria com a igreja local e capacitar os cristãos alcançando um impacto duradouro e exponencial por meio da Igreja.

Fazemos isso, utilizando-se da tecnologia disponível a todos, a nós e a você também! Por isso, já começo dizendo que para usar os meios digitais para falar de Jesus não é preciso ser um expert em Tecnologia, nem mesmo ter feito uma faculdades em Ciências da Computação. Você com o seu perfil no Instagram já pode começar.

Hoje, 64% dos cristãos acham que é sua responsabilidade compartilhar sua fé* e os outros 40% por que não estão compartilhando sua fé? Essa e tantas outras perguntas poderiam ser feitas, na verdade existem pesquisas já publicadas e tantas outras sendo feitas para tentar entender, porque mesmo com o advento da internet, ainda as pessoas não se sentem parte dessa missão dada por Cristo de ir até os confins da terra para falar do Seu amor.

Se pensarmos em alcance e plataformas, olhem esses números que impressionante:

  • Segundo a ONU, já existem cerca de 4.1 bilhão de pessoas com acesso à internet no mundo, isso representa praticamente 53,6% da população mundial.
  • Segundo a Visual Capitalist, hoje as maiores plataformas digitais no mundão são: Facebook com 2.6 bilhões de usuários ativos, seguido pelo WhatsApp com 2 bilhões de usuários ativos e Instagram com 1.08 bilhões de usuários ativos.
  • Em 1 minuto, existem mais de 347.222 stories sendo postados; 150.000 mensagens sendo compartilhadas no Facebook; 2.700 pessoas instalando o app do TikTok e tantas outras interações digitais acontecendo. Em 1 minuto!!!!

Esses são só alguns, muito mais o ambiente digital pode oferecer para que pessoas do mundo todo, em diversas línguas, culturas e de intenções, também utilizem esses recursos para espalhar sua mensagem, e Deus no ambiente digital? Como cristãos estão ocupando este espaço para falar da melhor e mais importante mensagem que o mundo pode e precisa conhecer? Para 53% dos cristãos, eles concordam que a tecnologia e as interações digitais tornaram o compartilhar de sua fé mais fácil.

Agora, como você e sua igreja poderiam, apenas com poucos dados compartilhados neste artigo, pensar na oportunidade que você pode estar perdendo de falar de Jesus, de forma intencional e relacional, utilizando-se de ferramentas digitais?

Pesquisa Barna Institute

Texto escrito por Carolina Fedoruk, Country Manager CV Brazil.