Repensando negócios e ministérios

Repensando negócios e ministérios

Como você tem investido suas 90.000 horas?

Em Janeiro de 2020, 3.000 dos líderes mundiais mais poderosos nos negócios, no meio acadêmico e em questões sociais se encontraram no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. O tema foi “Stakeholders por um Mundo Coeso e Sustentável”. Esses líderes formadores de opinião reconheceram seus papéis, não só como acionistas, mas como stakeholders capazes de facilitar a mudança de forma significativa e moldar o futuro. Juntos, esses transformadores globais debateram questões de valores corporativos: o que uma empresa deve à sua comunidade, ao seu país e ao mundo em geral? O que significa um negócio não só fazer o bem, mas ser bom? O que tal aspiração requer?

Os líderes do fórum estão se inspirando em uma discussão internacional que cresceu em um movimento completo. Funcionários da geração Y e da geração Z se veem como parte de uma economia com propósito. Essa geração de trabalhadores espera que o trabalho que fazem reflita algo significativo sobre quem eles são, e, além disso, esperam que as empresas para as quais trabalham se preocupem com mais do que fazer dinheiro.

Esse tipo de aceitação moral tem o potencial de energizar os mercados mundiais e revolucionar a maneira como vivemos. Isso pode também, infelizmente, criar uma cultura em que os trabalhadores estão inteiramente dedicados ao trabalho até o ponto de que não possam mais continuar. Eles se esgotam. Não há um parâmetro de referência preciso para o progresso quando sua meta é mudar o mundo. Então as pessoas se desgastam, e por fim, desistem. A não ser que Jesus seja envolvido.

Quando comecei minha carreira no mundo corporativo, eu estava trabalhando para pagar a faculdade. Inicialmente, eu estava estudando para ser pastor e só precisava do trabalho para pagar as contas. Quatro anos se passaram e, antes que eu percebesse, tinha subido alguns níveis em uma empresa Fortune 50 e mudei meu curso de especialização para negócios. Foi então que tive minha primeira crise de fé no trabalho.

Eu estava sentado à escrivaninha uma noite quando um e-mail chegou da equipe executiva me parabenizando por algo que eu tinha feito. Esse e-mail deveria ter me deixado feliz, mas em vez disso, parecia um alerta de fracasso. Eu sabia que a vida era mais do que elogios corporativos por criar dispositivos. Eu sentia como se precisasse fazer “coisas significativas” para o Reino de Deus – parecia que Deus tinha me chamado para muito mais.Nós todos ansiamos ouvir “bom trabalho!”. Todas as pessoas ocupadas e prósperas têm um medo inerente de não serem suficientemente bem-sucedidas, de que o que fazem não importa, de que estão conquistando as coisas erradas. O mercado de ações quebra, tecnologias mudam, e mesmo os movimentos sociais mais cativantes desaparecem. As coisas que duram eternamente têm todas algo em comum: Elas são feitas para Cristo.

Eu comecei a perceber que eu tinha compartimentalizado minha vida em coisas que eram sagradas e outras que eram seculares. Eu era uma pessoa quando vestia o uniforme com a logo da empresa e outra pessoa quando vestia a camiseta da igreja. Embora eu soubesse o que era o ministério na igreja e na vizinhança, eu não fazia ideia do que poderia ser o ministério em uma empresa com fins lucrativos. Eu tinha ido a boas igrejas e tinha lido bons livros, mas este era um território desconhecido para mim. Como deve ser o negócio como ministério? Eu não sabia como começar a responder essa pergunta. Na segunda-feira seguinte, nossa empresa contratou um novo gestor que acabou se tornando meu primeiro mentor na questão fé-trabalho, Tony Barrett. Ele me chamou um dia e disse, “Você está tentando entender como isso funciona, não está?” Com a orientação dele, comecei a entender que minha fé e trabalho não precisavam estar em conflito. Integrar os dois era essencial para me tornar um funcionário efetivo no Reino que administra o trabalho como uma plataforma do ministério.

As pessoas estão sedentas para ver uma vida íntegra e consistente. Elas estão interessadas em saber por que você não está desesperado ou não tem atitudes negativas quando as coisas estão indo mal. Elas querem saber por que você busca manter a paz quando alguém está tentando te punir. No geral, as pessoas desejam virtude – elas geralmente não têm o motivo para fazer o mesmo. O Evangelho é esse motivo, encorajando o tipo de pensamento que produz a vida que tantos estão procurando. Minha fé se tornou a motivação para realizar negócios realmente bons – para um grande propósito. Os Cristãos nos negócios são comumente tratados como se nosso maior valor residisse em produzir dinheiro para financiar iniciativas relevantes. Há um mérito inegável em gerenciar uma empresa lucrativa, que doa generosa e financia ministérios. Mas eu creio que Deus está menos interessado com o que fazemos com nosso dinheiro e está mais interessado em como lidamos com as pessoas. As pessoas são o maior bem no Reino de Deus, e as empresas têm acesso a muitas pessoas.

Pequenas empresas na América influenciam em média mais de 5.000 pessoas todos os anos. O alcance se estende a funcionários e suas famílias, é claro, mas também a clientes, fornecedores, gestores imobiliários e colegas do setor. De acordo com estatísticas dos Estados Unidos, a maioria dessas pessoas nunca vai à igreja. O empresário médio na América, portanto, pode ter mais acesso a pessoas não-alcançadas em um ano do que alguns pastores de grandes igrejas. Trabalhar lado a lado com as pessoas todo dia, toda semana, todo ano, cria oportunidades orgânicas para o ministério – oportunidades que me surpreenderam quando as reconheci. Meu maior obstáculo para integrar meu trabalho e minha fé até aquele ponto tinha sido minha própria ignorância. Assim como muitos executivos com altas responsabilidades, eu achava que havia barreiras legais para criar uma cultura baseada na fé em uma empresa com fins lucrativos. Estávamos preocupados com o fato de que dirigir um estudo bíblico durante o horário de trabalho ou conceder tempo livre remunerado para funcionários que desejassem ser voluntários em organizações de serviço cristãs pudesse deixar nossas empresas vulneráveis a ações judiciais por discriminação. Recursos educativos, prestação de contas e mentoria me mostraram que não era necessariamente o caso.

Nos Estados Unidos [e no Brasil], um empresário tem todo direito de dizer que seus negócios existem para glorificar a Deus. Há maneiras certas e erradas de colocar isso em prática, mas todos os dias há momentos e possibilidades para ministrar, e isso não deveria ser desperdiçado. Há um estigma em nossa cultura que, ou uma pessoa é chamada para o ministério, ou não é. Se você não é uma daquelas pessoas escolhidas para uma vocação ministerial, a implicação é que você só consegue um emprego para sustentar aqueles que são. Essa é uma falsa dicotomia. Deus não nos chamou para escolher entre sucesso e relevância. Ele nos chama para declarar nossa fidelidade como discípulos de Jesus, sendo todo o resto secundário. Uma vez sob o senhorio de Cristo, tudo o que você faz está nEle e é por Ele. Jesus nunca chamou discípulos de meio período. A ideia de que negócios não podem ser um ministério faz com que empresários fracassem e pode ser terrivelmente isoladora. Não temos a tendência de falar muito sobre fé no trabalho, então muitos não estão cientes de que há outros Cristãos próximos a eles. Eu lembro da solidão que sentia aumentar à medida que recebia mais responsabilidades na empresa. Esse isolamento veio por achar que eu era o único tentando integrar fé e trabalho.

Em 1 Reis 19, Elias está fugindo do rei e assassino Acabe. Ele clama a Deus, achando ser o único cujos joelhos não se dobraram diante de Baal, mas Deus lhe diz que ele não está sozinho – há outros 7.000. De forma semelhante há mais de 100.000 empresários na América que foram à igreja local na última semana, e ainda assim, muitos se sentem sozinhos como eu uma vez me senti. Passamos 90.000 horas de nossa vida adulta no trabalho. Isso é muito tempo para não estar com Cristo, torcendo apenas para não estragar tudo. Por outro lado, essa é uma quantidade de tempo incrível para não investir no ministério com pessoas que talvez não estejam abertas para ouvir o Evangelho.

Quando fé e trabalho andam lado a lado em um modelo de negócios moldado pelo Evangelho, torna-se mais fácil encontrar a comunidade com a qual estamos conectados. Isso desfaz o mito de estarmos sozinhos na obra de expansão do Reino. A liderança pode certamente ser solitária, mas não precisa ser assim. Quando empresários perguntam o que honra a Deus em suas empresas, isso pode ajudar os funcionários a terem uma visão mais ampla. Isso pode transformar completamente a cultura do local de trabalho, provocar o desenvolvimento humano e promover o engajamento guiado pelo propósito, diferente de qualquer outra coisa. Deus está no negócio de pessoas, assim como todos os negócios. Isso deveria nos compelir a construir grandes negócios que tenham a capacidade de se importar mais com as pessoas, gerando um impacto eterno.

Mike Sharrow,
CEO DO C12 GROUP

Encoraje alguém hoje

Encoraje alguém hoje

Quando as pessoas estão sofrendo, elas precisam do seu apoio até poderem se levantar de novo. Os pesquisadores da área médica desenvolveram um composto para colar ossos que ilustra bem isso. Ele se parece com uma pasta de dentes. Uma vez injetado no corpo, ele endurece em dez minutos. Em doze horas, atinge a força de compressão do osso natural. Um estudo feito pela Revista Science considerou o composto praticamente idêntico aos cristais do osso natural. Ele se parece tanto com o osso verdadeiro que o corpo não o rejeita. Semanas após ter sido injetado no corpo, o cimento é substituído por osso de verdade.

De acordo com a Associated Press, experiências clínicas “mostram que o material permitiu que os pacientes tirassem o gesso mais cedo – ou completamente – e voltassem a andar mais depressa e com menos dor”. Epafrodito é apresentado por Paulo como “… meu irmão, cooperador e companheiro de lutas… e aquele que ministrou à minha necessidade… Recebam-no portanto no Senhor com toda alegria e honrem homens como este; porque pela obra de Cristo ele chegou às portas da morte, sem considerar a sua vida, para suprir a ajuda que vocês não podiam me dar” (Fp. 2:25-30). Você pergunta: “O que faltava a Paulo?” Encorajamento! E quem o levou até ele? “Epafrodito, meu irmão, cooperador e companheiro de lutas”. Epafrodito trabalhou lado a lado com Paulo e lutou por ele. Que presente ele era! Procuramos pessoas assim em tempos de crise porque elas nos levantam.

Portanto, hoje, peça a Deus para fazer de você um encorajador cujas palavras e atos levem consolo e apoio a outros. Não existe chamado maior!

Devocional “A Palavra para hoje” – Editora Vida

É tempo de falar de Jesus

É tempo de falar de Jesus

Em uma entrevista recente para a BBC, o sociólogo Nicholas Christakis previu que até 2024, quando começar o período pós-pandemia, a sociedade poderá entrar em um período de libertinagem sexual e gastança desenfreada.

O sociólogo acredita que a sociedade repetirá padrões observados durante e após catástrofes de grandes proporções. Agora, por estarmos sofrendo, ficamos mais sensíveis à religião e ao conceito de uma divindade. Temos uma tendência maior de querer saber mais sobre Deus. Porém, quando as consequências das catástrofes começam a ficar no passado, as pessoas tendem a satisfazer mais as suas vontades, gastando muito e querendo sentir prazer, seja através do sexo desenfreado ou de outras experiências.

Na avaliação do sociólogo, as pessoas se esquecem mais da religião quando tudo vai bem, e por isso se tornam mais fechadas ao conceito de divindade.

O que isso significa para nós enquanto igreja? Precisamos aproveitar a nossa janela de oportunidade em que as pessoas estão mais sensíveis para ouvir sobre Deus. É a nossa hora de falar de um Deus maravilhoso e pessoal que quer ter um relacionamento íntimo com cada um de nós.

Isso não significa que no futuro as pessoas não vão querer falar sobre religião, mas se estamos diante de um momento tão propício para fazer isso, por que não aproveitar uma oportunidade tão única como essa?

“Peçam, pois, ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara”. Mateus 9.38

Texto escrito por Victor Almeida

5 razões para ser voluntário

5 razões para ser voluntário

Quer contribuir com uma causa ou projeto social mas precisa daquele empurrãozinho? Separamos 5 razões (das milhares existentes) para te convencer a ser um voluntário!

Trabalhar como voluntário, além de essencial para cuidar do próximo e transformar a sociedade atual no ideal que sonhamos, é também um exercício de autoconhecimento e desenvolvimento dos nossos potenciais.

Voluntários têm currículos mais atraentes e um networking de respeito

Ser engajado em projetos sociais pode te ajudar a arrumar um emprego, seja pelas habilidades desenvolvidas durante o voluntariado, seja pelas amizades e contatos conquistados nesse ambiente.

Aprenda!

Quando é voluntário em um projeto social, você tem a oportunidade de trabalhar com áreas diferentes da sua formação e ter contato com assuntos improváveis no seu meio de atuação. 

Voluntariado é um exercício de cidadania

Ao se tornar voluntário em um projeto social, você contribui de forma ativa para a produção de um mundo generoso. 

É uma forma de se fazer o bem!

Quem é voluntário, é mais feliz e vive mais

Uma pesquisa de Havard comprovou que quem faz voluntariado é menos estressado, enquanto um estudo da Universidade de Michigan demonstra que quem é voluntário vive, em média, 4 anos a mais.

Precisa de mais motivos?

Crescer e amadurecer

Ser voluntário é transformador. É sair do seu ambiente comum para um novo, e ter contato com novas realidades. Tornando-se uma pessoa melhor e mais consciente das necessidades dos outros.

Agora é o momento de dar o primeiro passo

Acesse transformabrasil.com.br/oportunidades e faça parte dessa transformação.

Estabeleça limites

Estabeleça limites

Quando algo que é bom passa a ser excessivo? Será que é possível ajudar você, sem me machucar? Podemos compartilhar nossas vidas sem que eu tenha de abrir mão da minha? Quando você precisa realmente da minha ajuda? Quando preciso abrir mão do controle deixando que você e Deus cuidem do assunto?

Encontrar o equilíbrio entre “o suficiente” e “o excessivo” nos relacionamentos é um desafio constante e nada fácil de enfrentar. Principalmente quando o seu papel tende a ser o daquela pessoa que faz “tudo, o tempo todo, para todo mundo”, e o das pessoas é “sou desprotegido, você me deve algo, cuide de mim”; quando você não vê a possibilidade de dizer “não” e eles nunca dizem “sim”.

A necessidade de ser necessário às pessoas carentes que sempre necessitam que alguém cuide delas coloca a pessoa carente no comando – e deixa você sobrecarregado. Elas nunca ficam felizes, por mais que você faça. Portanto, você faz mais para que elas se sintam mais felizes e para você se sentir menos culpado, e acaba em um dilema. Elas se ressentem por você não dar o suficiente, e você se ressente por elas não apreciarem o que você dá. No entanto nenhuma das duas partes sabe como quebrar o ciclo. Então o relacionamento se torna o que os conselheiros chamam de um “emaranhado” onde as mesmas situações sempre se repetem e onde ambas as partes se ressentem e desvalorizam a outra, sentindo-se presas em uma armadilha dominadora da qual ambos temem abrir mão.

Casamentos, famílias, amizades, locais de trabalho, igrejas e grupos sociais ficam presos a esse padrão “vítima-salvador” no qual as pessoas carentes e seus salvadores ficam presos a uma dança em que ambos “amam e odeiam”, mas não querem parar! Você está se reconhecendo? Nesse caso, está caminhando para um relacionamento mais saudável e menos tóxico.

Devocional – A Palavra para hoje – Editora Vida

Evangelismo Digital: Os perigos de não enxergarmos as oportunidades de Deus no meio digital! – Parte 1

Evangelismo Digital: Os perigos de não enxergarmos as oportunidades de Deus no meio digital! – Parte 1

Hoje, especialmente as lideranças, sofrem por estarem vivendo dias de extremas mudanças em curtos períodos de tempo, principalmente no ambiente digital. Quando trazemos uma ação, tão conhecida e desempenhada pelas igrejas, o evangelismo, isso pode se tornar um desafio ainda maior.

Antes de falarmos das oportunidades que Deus está dando a você e a Sua igreja para a expansão do Seu Reino, você precisa entender que é importante aprender a desaprender o tempo todo, ainda mais falando de ambiente digital, só assim você vai conseguir se abrir algo novo para então irmos mais longe. O mundo está mudando a uma velocidade muito rápida e seus conhecimentos e habilidades também precisam mudar. O seu aprendizado precisa ser contínuo para que consiga acompanhar tanta mudança e ainda olhar para tudo isso e se perguntar “Como Deus pode me usar para alcançar pessoas em meio a todos estes desafios?”. Sim, eu sei, não é uma tarefa fácil.

Mas não queremos desanimar ninguém, estamos aqui para falar sobre como podemos olhar para o ambiente digital e enxergar as oportunidades de falar do Evangelho. Nós na CV, através dos nossos projetos, buscamos:

  1. Mobilizar cristãos e a liderança da igreja, a fim de encorajá-los, inspirá-los e treiná-los ao compromisso com o evangelismo em uma magnitude que mude a atmosfera espiritual em um país e no mundo.
  2. Fornecemos ferramentas e recursos para alcançar não-cristãos e dar a oportunidade de responder ao evangelho em parceria com a igreja local e capacitar os cristãos alcançando um impacto duradouro e exponencial por meio da Igreja.

Fazemos isso, utilizando-se da tecnologia disponível a todos, a nós e a você também! Por isso, já começo dizendo que para usar os meios digitais para falar de Jesus não é preciso ser um expert em Tecnologia, nem mesmo ter feito uma faculdades em Ciências da Computação. Você com o seu perfil no Instagram já pode começar.

Hoje, 64% dos cristãos acham que é sua responsabilidade compartilhar sua fé* e os outros 40% por que não estão compartilhando sua fé? Essa e tantas outras perguntas poderiam ser feitas, na verdade existem pesquisas já publicadas e tantas outras sendo feitas para tentar entender, porque mesmo com o advento da internet, ainda as pessoas não se sentem parte dessa missão dada por Cristo de ir até os confins da terra para falar do Seu amor.

Se pensarmos em alcance e plataformas, olhem esses números que impressionante:

  • Segundo a ONU, já existem cerca de 4.1 bilhão de pessoas com acesso à internet no mundo, isso representa praticamente 53,6% da população mundial.
  • Segundo a Visual Capitalist, hoje as maiores plataformas digitais no mundão são: Facebook com 2.6 bilhões de usuários ativos, seguido pelo WhatsApp com 2 bilhões de usuários ativos e Instagram com 1.08 bilhões de usuários ativos.
  • Em 1 minuto, existem mais de 347.222 stories sendo postados; 150.000 mensagens sendo compartilhadas no Facebook; 2.700 pessoas instalando o app do TikTok e tantas outras interações digitais acontecendo. Em 1 minuto!!!!

Esses são só alguns, muito mais o ambiente digital pode oferecer para que pessoas do mundo todo, em diversas línguas, culturas e de intenções, também utilizem esses recursos para espalhar sua mensagem, e Deus no ambiente digital? Como cristãos estão ocupando este espaço para falar da melhor e mais importante mensagem que o mundo pode e precisa conhecer? Para 53% dos cristãos, eles concordam que a tecnologia e as interações digitais tornaram o compartilhar de sua fé mais fácil.

Agora, como você e sua igreja poderiam, apenas com poucos dados compartilhados neste artigo, pensar na oportunidade que você pode estar perdendo de falar de Jesus, de forma intencional e relacional, utilizando-se de ferramentas digitais?

Pesquisa Barna Institute

Texto escrito por Carolina Fedoruk, Country Manager CV Brazil.

Você sabe o que é o setor 2.5 (ou “setor dois e meio”)?

Você sabe o que é o setor 2.5 (ou “setor dois e meio”)?

É o meio do caminho entre o segundo (empresas) e o terceiro setor (ONGs) da economia, uma forma de unir lucro e impacto social positivo.

O setor 2.5 não substitui o terceiro setor, mas pode promover ótimas soluções para muitos problemas sociais que nossa sociedade enfrenta, afinal é uma forma de fazer o bem com resultados que impactam a economia e abraçam os mais necessitados. O maior diferencial do setor 2.5 é a capacidade de ser autossustentável, por isso um bom plano de negócios é essencial.

O Transforma Brasil articula e desenvolve iniciativas que promovem engajamento cívico – afinal, essa cultura é a base do nosso propósito. É com novas iniciativas sociais, novas formas de conectar pessoas em prol do bem, que a transformação é possível. Junte-se a nós e faça parte desse movimento!

Conheça o Transforma Brasil: transformabrasil.com.br

O segredo da satisfação

O segredo da satisfação

Se o dinheiro garantisse a felicidade, os ricos não seriam os mais felizes de todos?

Os estudos mostram que em geral eles não são. Pessoas felizes não correm atrás de dinheiro, elas correm atrás da paixão que Deus deu a elas. Em “O que as Pessoas Felizes Sabem”, o Dr. Dan Baker escreveu: “O homem diante de mim parecia ter tudo: dinheiro, liberdade, amigos e família. Mas ele não tinha a única coisa que mais queria – felicidade. Sua vida doméstica aterrorizaria a maioria das pessoas: filhos problemáticos, uma esposa que se ressentia pela sua obsessão pelo trabalho, nenhum tempo para relaxar”. Qual era a maior preocupação daquele homem? Manter o que tinha! Talvez você esteja lendo isso e pensando: “É, mas isto não se aplica a mim. Na situação dele eu sei que poderia ser feliz!”

Na verdade, o dinheiro não pode comprar a felicidade; independentemente de quanto você tenha, nunca é o bastante. O medo sempre sussurrará: “Se você não conseguir mais, não estará seguro”. E então, qual é o segredo da felicidade?

Paulo escreveu: “Pois aprendi a estar contente com o que quer que eu tenha. Sei viver com quase nada ou com tudo. Aprendi o segredo de viver em todas as situações, seja de estômago cheio ou vazio, com muito ou pouco. Porque posso todas as coisas por meio de Cristo, que me fortalece” (Fp. 4:11-13).

Quando você busca o propósito de Deus para a sua vida, o dinheiro é secundário. Os seus verdadeiros símbolos de status são a salvação, o crescimento espiritual, um lar seguro, amigos especiais, e a satisfação de fazer o que Deus o chamou para fazer.

Watchman Nee disse: “Nunca conheci uma alma que tenha se decidido a satisfazer o Senhor, e que não tenha satisfeito a si mesma”.

Devocional – A Palavra para hoje – Editora Vida

Leitura Sugerida: Como ser rico – Andy Stanley

Conheça e envolva-se com o CV Outreach

Conheça e envolva-se com o CV Outreach

O CV Outreach  é uma plataforma digital inovadora que conecta pessoas às igrejas locais. Por meio de vídeos impactantes e contextualizados, que abordam os temas mais buscados no Google, é possível pela plataforma, identificar a localização geográfica das pessoas e conectá-las com a igreja parceira mais próxima.
Todos os projetos da CV – Christian Vision são gratuitos e de fácil adesão. O projeto CV Outreach conta com uma equipe de pessoas dedicadas e engajadas em garantir o bom andamento do projeto –  isso possibilita, pela graça de Deus, que milhares de vidas sejam impactadas.
O CV Outreach funciona conectando pessoas às igrejas parceiras.

Como?
Quando alguém faz uma busca no Google sobre assuntos relacionados às palavras-chave, como por exemplo: Deus existe? Quem é Jesus? Qual o sentido da vida? entre outros, nós conseguimos, por meio de estratégias de marketing digital, apresentar como resposta à busca, um link de uma landing page que contém um vídeo evangelístico que irá responder à palavra-chave pesquisada.

Ao acessar esse link e assistir o vídeo, a pessoa é convidada a mandar uma mensagem a fim de saber mais sobre o assunto. Essa mensagem, assim que enviada, identifica o parceiro CV Outreach – igreja local – mais próximo e envia a mensagem ao parceiro.

A pessoa responsável (pastor, líder de ministério, diaconia) lê a mensagem e faz o acolhimento e o evangelismo respondendo e tendo em vista convidar essa pessoa para, eventualmente, se envolver com a igreja local.

Atualmente no Brasil já são mais de 360 parceiros, mas ainda existem muitas regiões do Brasil que precisam de igrejas locais para acolher e alcançar pessoas. Quanto mais igrejas parceiras, mais refinadas (geograficamente) as mensagens ficam, abrangendo dessa forma, todo o território nacional.

Convidamos a todos que orem conosco por esse projeto e, caso queira participar entrem em contato conosco para saber mais sobre o CV Outreach.

Saiba mais em:
https://br.cvoutreach.com/

https://www.cvglobal.co/pt/

Há muita coisa acontecendo (Uma reflexão)

Há muita coisa acontecendo (Uma reflexão)

Então, há uma agitação acontecendo. Um tremor chamado pandemia do coronavírus. Eu não tenho uma opinião precisa a respeito. Quanto tempo vai durar? Quão longe vai se espalhar? Quantos morrerão? E a economia? O que eu posso fazer? Essas e outras perguntas passam pelas nossas mentes num ciclo sem respostas claras. E aqui estamos nós, Líderes do Reino, no meio de tudo, chamados para orientar nossas famílias, líderes colegas, funcionários e clientes.

A Escritura fala de Deus “abalando o que pode ser abalado, de forma que permaneça o que não pode ser abalado”. (Hb 12:27). Ele tem um jeito de fazer isso, seja de formas grandes ou pequenas. Ele abala as coisas. Ele não é um Deus de status quo. Por que isso é verdade? Isso é verdade porque, em um mundo estático, nós nunca cresceríamos ou seríamos conforme a imagem de Cristo, e não haveria necessidade de fé. Poderíamos simplesmente viver “por vista”. Esse não é o plano dEle (2 Co 5:7).

Eu ouvi alguém dizer que somos como tubos de pasta de dente – não conseguimos ver o que está dentro até que seja espremido. O abalo nos espreme, força-nos a sair de nossa zona de conforto, torna-nos inquietos e até receosos. De muitas formas, o abalo nos mostra o que está no interior e em quem e no que confiamos.

Desde o começo do C12, tivemos diversos tremores: o escândalo da crise de poupanças e empréstimos (décadas de 80 e 90) e consequentemente a queda do mercado, o 11 de Setembro, a explosão da bolha das empresas “ponto com”, o colapso financeiro de 2008, entre outros. Poderíamos discutir a política cultural singular desta época e o advento do ciclo de notícias 24 horas e uma mídia contraditória, mas o resultado é só uma agitação. Deus ainda está no controle. Esse tremor vai terminar. A menos que Jesus volte, a vida vai continuar.

Como líderes cristãos, o que nossos colegas estão esperando de nós enquanto o tremor acontece? Do que eles mais precisam? Eles precisam de exemplos de fé e confiança no Deus Invisível e conselhos sábios firmados na sabedoria dEle. Eles precisam que sejamos nós mesmos! Alguns deles serão desafiados como nunca. Alguns de nós também. Precisaremos ser como nosso Líder que dormiu na tempestade e que fez cessar o vento quando falou. Não seremos abalados com esse temor ou com nenhum outro no futuro. Isso vai passar. Ele é a nossa Rocha e Ele permanecerá.

Não se distraia com esse tremor. Mantenha-se firme na sua fé em Jesus e no chamado de líder que Ele tem para você. Uma pequena palavra de alerta enquanto passamos por isso: Guarde o seu coração. Alguns se entregarão ao medo e à dúvida. Tornar-se-ão críticos e suas atitudes podem ser tóxicas. Eles procurarão por comiseração e rejeitarão o otimismo que se baseia na fé. Não cai nessa/Não aceite isso. Em outros momentos como esse, alguns líderes Cristãos cederam, abraçaram o vitimismo, adotaram uma atitude medrosa e pagaram caro por isso. Seja como o homem de Habacuque 3:17-19: “Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação. O Senhor Soberano é a minha força; ele faz os meus pés como os do cervo; ele me habilita a andar em lugares altos.”

Lembre-se, qualquer um pode louvar ao Senhor e dizer que tem fé nEle quando tudo está indo bem, quando estão satisfeitos e quando seus bolsos estão cheios de dinheiro. Temos a escolha de liderar através do exemplo e de ser homens e mulheres cuja fé é real quando o mundo está abalado. Precisamos ser líderes que se posicionam contra o vento e agem como búfalos que correm em direção à tempestade. Estes são os dias que Deus tinha em mente para nós quando Ele nos criou em Cristo Jesus. Não é por acaso e não há surpresa para Ele que “há muita coisa acontecendo”.

Buck Jacobs,
FUNDADOR DO C12 GROUP